TANTOS BARULHOS

 Oba! Mais uma parceria!
A editora Edelbra entrou pro nosso time!
  E hoje vamos brincar com um livro muito legal dos meus amigos láááá do Sul do país: TANTOS BARULHOS com poesias de Caio Riter e ilustrações lindas da Martina Schreiner. Editora: Edelbra, ISBN: 9788536010991

Lendo esse livro me dei conta de como lemos poucos livros de poesias com/para as crianças!

O livro é recheado de poemas gostosos, do tipo que dá vontade de ler em voz alta, de preferência bem alto e no meio da sala!
Alguns trechos (de poemas diferentes) que as crianças mais gostaram:
"Tudo faz barulho,
tudo ruído provoca.
Tem som o pum do menino
e o riso da velha coroca."

"Plom, plom, plom
pinga pingo na panela.

Plum, plum, plum,
bate bota a sentinela.

Plam
Plém
Plim
Plom
Plum"

"Então, quem incomoda o Davi
com esse insistente cri-cri-cri?

É um bicho bem pretinho
e que tem pequeno porte.
Dizem que quem encontra um grilo,
cri-cri-cri, está com sorte"

"À meia-noite,
na hora dormente,
ouve-se o fantasma e sua corrente.

À meia-noite,
na ribanceira,
ouve-se uma praga de feiticeira.

À meia-noite,
na casa da esquina,
um grito de menina, eu ouvi:
- Mãe, quero fazer pipi!"

Divertidos! E há muitos outros!

 Primeiro ela escolheu um dos poemas, no caso BARULHOS NA NOITE, e em uma folha A3, desenhou somente com pastel oleoso branco uma imagem que ilustrasse o poema. Depois foi dar cores usando aquarela.  Fica bem difícil de ver o desenho de início, só fica visível ao olhá-lo contra a luz. A medida que as cores vão fixando no papel o branco das linhas salta. E o óleo do pastel, não deixa a água e nem a tinta penetrarem onde ele riscou.

 
 Depois nós fomos brincar de fazer poesias visuais, tentando imitar o estilo da Martina, mas analogicamente, sem o computador para unir as partes.

A Martina usou material de desenho e tintas. Fez muitas imagens lindas e uniu-as no computador.
Nós vamos fazer algo parecido... opa! Nós não, a Cecília é quem fez!
Primeiro ela fez um cenário com bem poucos elementos. Do mesmo jeito do desenho anterior.  Em outra folha ela fez mais elementos da paisagem, objetos e os personagens. Tudo com pastel oleoso preto. Depois recortou e pintou tudo com aquarela também. Esperamos secar.
E depois ela foi montando histórias visuais e inventando pequenos versos. Cada vez que mudava as coisas de lugar, uma nova história aparecia. Delícia de ver o que eles são capazes de inventar sozinhos.


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