Dicas para ententer crianças presas em casa
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Você ja foi assistir o filme Troll? Reunimos amigos, as famílias @boaleiturabomapetite e  @casadeleitores e as crianças foram juntas assistir o filme.
Por aqui, estamos ainda curtindo bons momentos com ele. Clique aqui no link e leia o que já postamos aqui sobre ele.
O filme é divertido, super empolgante, conquistou a todos por aqui. Filme da DreamWorks Animation, é uma comédia com músicas incríveis. Dos mesmos criadores de Shrek e Alvin e os Esquilos 3. Nós ficamos super animadoras com o filme, chegamos em casa e resolvemos curtir um pouco mais.

Brincamos com o programa que permite criar nosso próprio Troll. Neste endereço é possível escolher o boneco troll e brincar mudando a cor do cabelo, cor da roupa, e muitas outras opções. Anota ai o endereço:
www.create.dreamworks.com/trollfriend

Atividade perfeita para trabalhar a motricidade refinada, que é pre-requisito extremamente necessário para beneficiar a criança no processo de aquisição da linguagem escrita. A criança nesta fase deve ser estimulada a praticar atividades que envolvam movimento das mãos e dedos de forma que futuramente ela tenha mais habilidade para utilizar caneta, lápis, e realizar desenhos.
Imprimimos os bonecos para brincar. Cada boneco acompanha a folha guia com explicações sobre como cortar, dobrar e colar. É uma atividade super positiva, encanta crianças de diferentes idades. O Sylvio tem 5 anos, cortou os bonecos relativamente bem, porém, na hora da colagem, ele solicitou ajuda. A posição da dobradura, encaixe e mãozinha ainda pequena, tiveram certa dificuldade na colagem circular do contorno da cabeça.

A amiguinha Anna Beatriz tem 6 anos, também assistiu o filme conosco, e ficou encantada realizando a atividade de recorte, montagem e colagem dos bonecos. Ela ainda resolveu colorir, dando seu toque especial neles. A mãe dela informou que ela também sentiu necessidade de ajuda. 
No endereço você também pode encontrar e imprimir estes bonecos, mais informações em www.dreamworks.com/trollify/pt-br . Existe disponível para recortar, dobrar e colar quatro personagens do filme.

Fica aqui a nossa dica, curtam vocês também, assistindo este filme divertido, e com a possibilidade de realizar esta atividade.

 Aproveitando que o dia das bruxas está chegando, hoje vamos falar do livro que recebemos do Daniel Kondo e da editora Sesi-SP. MONSTROS DO CINEMA de Augusto Massi e ilustrações super divertidas do Daniel Kondo. 
Mas antes...

 Recebemos de presente, enquanto o livro não chegava, os Monstros pras kids já irem brincando! 

 Inclusive, veio espaço para as kids criarem dois rostos também.

 Recortamos, montamos e colamos!

 Os blocos de monstros estavam prontos! Só faltava o livro!

Que chegou rapidinho.
Uma das primeiras coisas que me chamou a atenção foram os textos e comentários na aba do livro.
Um deles foi da Bia Rónai de 40 anos:
"Não se fazem mais monstros como antigamente. Quando pequena, eles eram criaturas perigosas que assombravam o nosso imaginário. Hoje, para as crianças que crescem num mundo cheio de perigos reais, os monstros parecem seres irresistíveis, quase super-heróis, que mais fascinam do que assustam, ..."

Daí fechei o livro e falamos sobre minha infância e de como o Monstro que me deu pesadelos várias noites seguidas, quando eu tinha 9 anos, foi o Jabberwocky. do filme 

Alice no País das Maravilhas de 1985.

E as kids pediram pra vê-lo. Fui procurar no Google e eis o monstro:

Jabberwocky.

De corpo todo. Única imagem que achei dele. As kids caíram na risada. Obviamente um homem vestido de monstro. Como é que eu não tinha visto?! E vou confessar, eu não tinha visto. Com 9 anos o monstro, PRA MIM, era realmente assustador.  A gente (ou eu mesma) era mais ingênuo antigamente... Será? As crianças riram muito! 

Outra coisa que falei pra eles, é que eu morria de medo dos Gremlins (quando eu era pequena, na época com 8 anos) e não tinha visto o filme.
Fomos ver o filme e eles davam risadas. Como eu não tinha visto os "efeitos especiais" toscos! Mas não eram toscos na época! E eu só de ver o trailer tinha morrido de medo!

Voltando ao livro...

O Augusto Massi e o Daniel Kondo reuniram uma série de Monstros dos filmes clássicos de antigamente (E.T., Gremlins, Drácula, Frankenstein,...) 

 e outros de hoje em dia (Malévola, Godzila, Zumbi...) numa brincadeira onde cada fera é dividida em 3 partes e o leitor forma novos monstros, trocando as páginas de lugar. São dezenas de combinações divertidas. Ótimo pra ler com os amigos e em família e lembrar das histórias relacionadas com os monstros que aparecem... E até inventar histórias sobre os monstros criados na hora! Pra nós funcionou como uma espécie de túnel do tempo com direito a lembranças e muitas risadas!

 Há também uma linha do tempo, com curiosidades e com informações sobre os monstros e os filmes. Que meu guri mais velho adorou. Ele ama curiosidades e datas e cinema! 

 
 E pra completar a brincadeira: tem um app gratuito. 

 MONSTROS DO CINEMA.


Onde você monta, do mesmo jeito que no livro, porém eles são animados.

E você pode fazer parte da brincadeira também.

Para conhecer mais:
www.facebook.com/monstrosdocinema
Outro dia , lá no IG @conversadequintal, da minha amiga Carol, vi uma

 
maçã que ela ganhou de uma mãe de aluno. Amei! E pensei comigo: Vou fazer uma também!

Agora vou mostrar pra vocês como fazer uma igual, ou muito parecida. 
Claro que ela não ficou liiiinda, como essa da foto da Carol. Motivo: foi a primeira vez que fiz. Agora com a prática, vão ficar bem mais bonitas!

1. Dica: Faz um molde pequeno. Fica mais bonito.  Então a primeira coisa que fiz foi desenhar e recortar um molde, metade da fruta. Pode ser pera, maçã, abacaxi ou outra forma. Mas lembra que precisa ser metade do objeto escolhido.

2. Fui eu pro Sebinho (aqui em Brasília um sebo excelente na SQN 406) e comprei um dicionário usado, com páginas faltando, por 2 reais. 

 3. Arranquei as capas.

 4. Contornei o molde no dicionário. Lembrando de deixar a parte do meio do molde na parte da lombada do livro. 

 5. Precisa ser feito por um adulto. Cortei com estilete.

 Cortei por pedaços, algumas páginas por vez. Pra não ficar rebarbas (corte limpo).

Devagar e sempre. Leva um tempão.

 7. No fim ficou assim. Cheio de rebarbas, mesmo eu cuidando.

8. limpei os desníveis e pedaços que cortei errado sem querer. Aparei todos os cantos.

 9. Ah! Antes de cortar eu amaciei a lombada para que ficasse bem flexível. Fui arredondando-a.

 10. Cecília pegou os lápis de cor aquareláveis e pintou toda borda com tons de vermelho.

 10. Abrimos a maçã, mas achamos que o lápis de cor ficou fraco...

 Então, partimos pra tinta acrílica. Tinta sem molhar o pincel na água. Colocava a tinta no papel, espalhava bem com o pincel e só então aplicava nas bordas, como se fosse um blush. Em várias camadas.

 11. Deixei secar, mas abrindo as páginas para que não grudassem uma nas outras.

 12. A Cecília escreveu recadinhos carinhosos para sua professora em algumas das páginas.

13. Colar cola quente na última página, bem na linha da lombada e fechar com a primeira página.

 14. Segurei para colar bem. Depois colei a última página com cola Power Pritt pra colar bem e segurar a maçã no formato que eu queria.

 15. Juntamos um graveto na rua e colamos, com cola quente, dentro da maçã, pra ser o pauzinho. Cecília fez uma folha usando um pedaço de página que descartamos no corte da maçã. Nas bordas coloriu com lápis de cor e colamos ela também com cola quente.

16. Agora é só dar pra professora de presente!
Gostaram?
Demora, fiquei com calo na mão, mas super vale a pena. Fica linda!

Feliz dia do Professor!

Este livro é muiiito legal e estava na nossa wish list há anos! Faz parte da coleção Além Mar, série Poka Pokani. Na verdade o título é IARA-

YARA de Margarida Botelho. Editora Paulinas.
São duas história que se encontram no meio do livro. Duas gurias com o mesmo nome: Yara/Iara 

uma vive na Europa e a outra, uma índia Kayapó, vive no Brasil. Duas realidades bem diferentes. O livro mostra que as duas vão fazer aniversário, mas os preparativos e as festas não são nada parecidas. Nenhuma melhor ou pior, apenas diferentes. 

"... Vindas de lados diferentes do livro, contam seu cotidiano: brincadeiras, amigos, alimentação, escola, costumes, moradia, comemorações... Situações que pontuam suas adversidades, mas que não impedem o encontro das duas em um ambiente natural: o rio. Yara-Iara é uma história documental que nasceu após uma viagem que Margarida fez até Kararaô, uma aldeia indígena Kayapó na bacia do rio Xingu, na Amazônia, no estado do Pará, local esse que assim como muitas aldeias estão ameaçadas pelo avanço do progresso sem planejamento. O livro é o segundo da Coleção Poka-Pokani e, assim como o primeiro, apresenta um projeto gráfico diferente 

(nas páginas quádruplas centrais, há um jogo), em que a autora promove um encontro de nações representadas por suas crianças, que ao confrontar realidades socialmente diferentes, abstém-se de qualquer julgamento. Esse livro nos encanta e nos mostra o quanto as diferenças não podem ser maiores do que nosso propósito principal que é o de celebrar a vida." Diz a sinopse oficial. 

É lindo, lindo! A gente se encanta com cada pedacinho da ilustração e texto.

Olha que riqueza! E como esse livro pode ser explorado de inúmeras maneiras. Na aula de artes usando sucata, tintas e xerox! Na aula de geografia, explorando mapas e localizando cada local. Na aula de português/inglês, quais as línguas faladas nestes lugares, será que temos palavras em português que são iguais? Nas aulas de História trabalhar as diferentes culturas e a história conhecida de cada local. Na aula de filosofia, discutir os diferentes modos de encarar uma mesma situação, sem julgamento, mas expondo as diferentes realidades. Tão rico! Amamos!



Margarida Botelho é uma escritora portuguesa. Sua biografia pela Wikipédia:
"Licenciada em Arquitetura pela Universidade Técnica de Lisboa e Mestre em Sequential Design/ illustration pela Universidade de Brighton, desde 2005 que publica livros para o público infanto-juvenil onde constrói as palavras e as imagens dessas casas/livros. Como acredita no compromisso entre arte, educação e mundo social desenvolve experiências educativas com várias comunidades em vários contextos. Idealiza e realiza projetos artístico-educativos em bibliotecas, escolas, centros culturais e sociais, museus em Portugal e noutros países. Criou com Mário Rainha Campos o projeto Encontros e realizou-o em Moçambique, na Índia, no Brasil e em Timor-Leste, destas viagens resultou a coleção de livros POKA POKANI." 

Aqui um vídeo do processo dela fazendo o primeiro livro da coleção, chamado EVA, também das Paulinas, e que tem o mesmo tipo de ilustração da IARA/YARA. No total, essa coleção tem 3 livros, Iara, Eva e Lia. Fica da dica! Suuuper recomendo!