Dicas para ententer crianças presas em casa

Acabamos de receber o mais audacioso projeto da editora Boitatá. Um livro para ressignificar a ideia que as crianças tem sobre as princesas!

Lute como uma Princesa, de Vita Murrow e Julia Bereciartu, nos mostra que elas são meninas e mulheres como qualquer uma de nós, com desafios, medos e muita coragem para enfrentá-los. Que ser princesa requer posicionamento perante o mundo e não apenas um pé que encaixe no sapatinho de cristal.


No primeiro capítulo a autora participa de um congresso de princesas e oferece recontar suas histórias ao mundo. Durante alguns meses entrevista cada uma delas para compor as histórias do livro. Com linguagem juvenil e atualizada, histórias onde as meninas são protagonistas e não apenas enfeites para príncipes.




O Kids Indoors está apoiando o projeto e oferecendo um cupom de desconto para quem quiser garantir o seu. Comprando na loja da Boitempo editorial digite KIDS20 e ganhe 20% de desconto. A promoção é válida até o dia 06 de fevereiro.



Nesta última terça-feira dia 21 de janeiro de 2020 fomos à cabine de imprensa assistir mais um lançamento para este início do ano.


 A Fox Filme/Walt Disney lançam o novo filme "Um Espião Animal", hoje dia 23 de janeiro de 2020 em todos os principais cinemas do Brasil. Filme produzido pela Blue Sky, mesma produtora dos filmes A Era do Gelo, Rio, e Touro Ferdinando, ou seja, sucesso confirmado!

Um Espião Animal é uma animação cheia de aventuras, revelando muitas invenções saídas da cabeça do garoto prodígio Walter. E muita ação com o  agente secreto Lance.


Walter cresce e vai trabalhar em uma empresa de agentes secretos, mas, para seus colegas de trabalho ele não passa de um cientista com invenções estranhas. Nele falta habilidade social, mas, tem sobrando a fantástica capacidade de inventar coisas incríveis para o agente secreto mais especial poder usar.


Lance é sofisticado, elegante e atraente. Ele é completamente oposto a Walter. No Brasil o espião Lance é dublado pelo ator Lázaro Ramos, e no original em inglês a voz é do ator Will Smith.






A esposa do ator Lazaro, a também atriz Thais Araújo participa do filme dublando a voz de Rashida, apoiando a prisão do agente, por ter sido acusado de roubar um drone assassino.



Mas o superespião Lance vive algo inusitado, e precisa confiar no cientista Walter, para provar que é inocente. O agente secreto decide unir forças com o jovem cientista. Walter e Lance terão que confiar um no outro de um jeito completamente diferente. 

O famoso e respeitado agente secreto precisa provar que é inocente para não ser preso. O que Lance não esperava era ele próprio ser alvo vivo das invenções do garoto cientista, quando ingere por acidente, uma fórmula secreta, transformando o agente em Pombo. 


A partir dai, todas as aventuras mais divertidas acontecem. Lance e Walter precisam trabalhar juntos. E se essa dupla não conseguir trabalhar como um time, o mundo todo estará em perigo. Vocês  acham que eles conseguem? 
Vale a pena conferir.




A vovó ganhou uma TV nova do Papai Noel e nós ganhamos uma super caixa de papelão!!!!! 
Dá uma pena jogar fora um material tão resistente e grande!



Daí fiquei analisando de que forma (simples e rápida) ela poderia virar uma casinha. 


Cortei as abas com estilete e abri no lado mais fácil (o que não tem grampos). Usei as abas para prender as paredes com fita grossa. No teto colei um pedaço de papelão para fixar os ângulos. Ele escolheu os livros que queria levar pra casa (O Povo das Sardinhas da Cosac Naify e ABCDINOS da Peirópolis ) e como seria o interior da casa. Colocamos uma colcha no chão, ele pegou uma aba da caixa que tina sobrado e dobrou para fazer a mesa (com biscoito água e sal). Outras caixas menores viraram computador (com CPU igual ao do irmão, exigiu. Ofereci fazer um notebook mas não teve jeito) e o papai emprestou o teclado sem fio.
Trabalhamos uma tarde inteira e a brincadeira durou só dois dias mas valeu pela experiência e principalmente por proporcionar autonomia para que o Lucas escol
hesse como seria a sua casa.


Agora vamos abrir a caixa e usar como uma grande tela.
Se quiserem mais ideias do que fazer com caixas nas férias, vou deixar alguns links aqui ou digitem Makedo na lupa. Tem atividades desde 2012.

Trem
Casas 
Avião 
Brincadeiras para as férias


Guardei este depoimento sobre amamentação por mais de 4 anos. Adiei a publicação até o Lucas estar desmamado. Foram 3 anos e 8 meses de muito amor e uma conexão inexplicável. Em todo esse tempo aprendi muito sobre limites, necessidades e principalmente paciência. Mudaria algumas coisas no texto mas vou deixá-lo assim para lembrar das transformações que passei.

Nos últimos dias o tema da amamentação esteve em alta. A partir do depoimento de uma figura pública muitas mulheres se manifestaram contando suas dificuldades e como a mamadeira de leite artificial as salvou. Essa era minha história também, só que aí chegou o Lucas. Segurei esse depoimento até estar pronta para compartilhá-lo com vocês, espero que estimule outras mães a protagonizar a sua maternidade.

Hoje o Lucas completa seis meses. Meio ano de amor e leite materno. Meio ano de muita força de vontade e APOIO incondicional do pai para que minha vontade se tornasse possível.
Nas outras gestações, não havia acesso livre a informação (leia-se internet). As avós, os pediatras e mulheres mais velhas é que nos abasteciam com seu conhecimento. Tive o privilégio de ter sido amamentada até os nove meses e sentir essa confiança vinda da minha mãe. Nunca pensei que faria menos que isso, se ela conseguiu eu também conseguiria. Só que mesmo com a sorte de ter todas as variáveis a meu favor, por algum motivo perto dos quatro meses, depois de mamar, o bebê chorava de fome. Só uma mãe entende como isso pode ser desesperador, dar tudo de si e não conseguir saciá-lo. Na consulta com o pediatra a receita de leite artificial já tinha sido deixada como opção, ele só esqueceu de avisar que depois de provar a mamadeira é muito difícil se contentar com o peito. Tentei de tudo, amamentar enquanto dormia, no banho, mas se irritava com o fluxo. Chorei a cada mamadeira que dava, por vários dias. Essa situação se repetiu e nada que fiz conseguiu mudar o rumo. Toda vez que algum deles se resfriava, ou tinha uma crise de bronquite eu imaginava como seria se tivessem mamado por mais tempo.
Muitos anos se passaram até a chegada do Lucas. Durante esse tempo tinha lido algumas coisas a respeito e começava a achar que desta vez poderia ser diferente. Estava numa gestação complicada com indicação de repouso o que dava bastante tempo para aprender (e me preocupar). Foi aí que aconteceu o divisor de águas, uma amiga com bebê me convidou para participar do seu grupo de apoio a maternidade. Nesse espaço virtual, aprendi com a experiência de outras mães, entre elas profissionais da saúde, como explorar todas as possibilidades para chegar até os seis meses de amamentação exclusiva. Descobri o significado e a importância da expressão leite materno em livre demanda (se o bebê mama quando tem vontade, o leite é produzido o tempo todo). Aprendi sobre a confusão dos bicos, que é o perigo do bebê se acostumar com chupeta e mamadeira e rejeitar o seio. A importância da proximidade constante com o bebê para manter a produção de leite. Que o meu problema específico era não saber que aos quatro meses acontece um grande salto de crescimento, mas passa. E o mais importante, a necessidade de apoio no puerpério, a mãe precisa ser cuidada para cuidar do bebê.
Além de todas as informações técnicas baseadas em pesquisas, essas mães me deram algo que somente um outro ser humano pode oferecer; segurança. Eu sabia que se qualquer coisa desse errado poderia pedir ajuda. Sempre haveria uma mãe pronta a responder. Naquele grupo descobri o sentido prático da palavra sororidade (irmandade entre mulheres) que várias vezes se organizaram para visitar mães que nem conheciam e ajudá-las fisicamente. Tudo isso me preparou, permitindo tomar as rédeas de um momento extremamente delicado. Optei por um pediatra que apoiasse minha escolha. Desisti do quarto do bebê e coloquei o berço do lado da minha cama. Pedi para que ninguém desse chupetas e mamadeiras de presente (nas crises de choro, se tivesse uma chupeta em casa, eu teria caído em tentação), fiz uma grande pausa no trabalho e o mais importante, dividi todas as responsabilidades com o pai, sem ele seria impossível. Foram seis meses de pouco sono, de restrições alimentares e de dedicação exclusiva.
Minha dica para as futuras mães é; informe-se, procure um grupo de apoio, organize-se da melhor forma possível. Tenha certeza que o esforço vale a pena e que investir na amamentação é muito mais importante (e barato) que mamadeiras importadas no enxoval.

Obs.: Nenhuma mulher deve ser obrigada a amamentar se não o deseja.
          Existem casos de mães que não produzem leite suficiente, a elas, acolhimento e tecnologia.
          Não se pode cobrar amamentação exclusiva até os seis meses em um país onde a licença é de               quatro, mas muitas mães conseguem voltar ao trabalho deixando leite congelado, heroínas.
          Precisamos apoiar a primeira infância para garantir um futuro mais humanizado.