PIPO E PÓLI - A POÇA {desfralde}


PIPO E PÓLI - A POÇA de AXEL SCHEFFLER. Editora Brinque-Book, ISBN: 9788574124537
 Pipo vai passar a tarde na casa da Póli.
 Lá, eles brincam muito! Horas brincando de carrinho, de levar os filhos para passear de animais selvagens.
 Param só alguns minutinhos para lanchar e voltam a brincar...
 Porém, aparece uma poça de xixi no chão!
 Que embaraçoso! Pipo fica todo sem jeito!
 Mas Póli sabe que isso pode acontecer com todo mundo.
A história obviamente não acaba aqui. Não vou contar o final, tão pouco.

Meus filhos foram friamente calculados e desejados. Quando o Cássio tinha 1 ano e pouquinho, engravidei da Cecília. Sabia que queria ter outro filho logo e sabendo que o primeiro (ou primeiros) filho sempre regride com o nascimento do segundo (não importando se o primeiro já tem 3, 7, 10 anos, eles sempre regridem nem que seja um pouquinho) não tirei dele o bico, nem a mamadeira e nem as fraldas. Alguns meses depois que a Cecília nasceu, era inverno ainda, e comecei a notar que o Cássio acordava com a fralda sequinha - já estava conseguindo controlar a bexiga a noite. Mesmo assim deixei-o com as fraldas, mas comecei a falar sobre usar cuecas como o papai. O assunto foi introduzido bem naturalmente, um dia fomos comprar roupas (eles crescem horrores) e passamos pela sessão de cuecas para meninos grande e compramos algumas (iguais do papai), pra ele ter em casa.  Quando a primavera chegou e os dias foram esquentando, começamos a falar sobre um penico, que ele já tinha há tempo no quarto e usava como banquinho.
 O enxoval dele foi todo desenhado por mim e feito pela minha mãe, todo de tartaruga, então ele cresceu brincando com ela, desde bem bebezinho. 

Como ele já acordava sequinho, agora eu corria e colocava ele no penico, assim ele fazia todo xixi da noite, de manhã cedinho e sem ficar com aquela sensação de peso da fralda. Depois disso ele colocava a cueca e ficava brincando pela casa. Conversamos sobre quando ele tivesse vontade de fazer xixi, que me chamasse. Óbvio que as primeiras vezes ele esqueceu, exatamente como o Pipo. Ele estava muito mais interessado em brincar, do que pensar em fazer xixi.  E quando isso acontecia, dava um banho nele e coloca outra cueca. Mas em pouco tempo ele já conseguia controlar e pedir, as vezes até ia sozinho e só depois me chamava pra ver o xixi no penico. Com o cocô foi a mesma coisa. E foi super tranquilo todo processo porque ele me avisou que estava pronto pra começar o desfralde, quando ele conseguia segurar todo xixi da noite. Se inconsciente, dormindo,  ele já não fazia xixi, então ele já estava pronto pra conscientemente, acordado, segurar o xixi também. Com o tempo e com o desfralde da Cecília, que ocorreu da mesma forma, passamos a usar também redutores de assento, como esses AQUI e AQUI, por que as vezes os dois queriam fazer xixi ou cocô ao mesmo tempo.

O livro mostra bem essa fase em que já houve o desfralde, mas a criança às vezes esquece de para para fazer o xixi. E essa fase pode ir até os 5 anos, dependendo da criança.  E lembrando que quando uma criança pede pra fazer xixi, é que ele está quase saindo. Eu sei pelos meus, eles aguentam até o último minuto pra ir ao banheiro. Ainda resistem em parar o que estão fazendo, para ir ao banheiro.

A história é ótima pra mostrar que tudo bem, isso realmente acontece e quem é amigo não se importa com isso! Eu recomendo principalmente para escolas e creches, vai ser muito útil tê-lo por perto.

Outra coisa beeem legal do livro é que ele vem comum código QR para que a criança possa ouvir a história com o seu Smartphone ou Ipad. Eu amava os meus livros com discos! A Cecília até chegou a ter livros com CDs, mas isso é muito mais legal, parece mágica: uma imagem quadriculada leva à um link que abre um dispositivo de som, onde a história é narrada! Bem vindo ao futuro! Que mágico!

Para ter acesso a brincadeiras do Pipo e da Póli, vocês podem acessar esse site AQUI.

Comentários

  1. Estou passando por esta fase agora... gostei da dica de livro.
    Beijocas
    Dani
    criancabemvestida.blogspot.com

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  2. Vejo que o livro apresenta a insistência identidade de gênero, vejam que o menino é colocado para ele vestir roupa de menina, no princípio ele até acha estranho, pois é contrário a sua identidade masculina, mas vesti e passa o resto da tarde normalmente, com roupa de menina.
    A mensagem que estão passando ali é subliminar, querendo alcançar crianças
    Com homossexualidade, pensem bem avalie, a história é tendenciosa.

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