Enquanto Bela Dormia

Estava na minha meta de leitura para 2016. Peguei e quase não larguei até terminar a leitura.

ENQUANTO BELA DORMIA de Elizabeth Blackwell, editora Arqueiro.

Terminei ontem a noite o livro, que li super rápido pois a escrita é muito envolvente e no final de cada capítulo a autora revela um pouco do que irá acontecer em seguida, mas sem explicar muito, te deixando com aquele gostinho de "Quero MAIS".

São 19 capítulos e um epílogo.

A história começa com uma velhinha. Ela encontra a sua bisneta no seu quarto, mexendo nas suas coisas, bem na hora que a guria descobre um punhal cheio de pedras preciosas. A bisneta pergunta o que é aquilo? Como ela o conseguiu? Para responder ela resolve contar a história da sua vida...

Ela começa falando que foi criada numa fazenda muito pobre, e que ao ir à aldeia, ouviu a chamarem de bastarda. Ao indagar o significado daquilo, para sua mãe, a mãe lhe conta que era costureira no castelo, e engravidou de um homem que não quis assumir a criança, assim, ela foi banida e casou-se com o primeiro homem que a quis.

E assim, Elise (a velhinha), então criança, começa a sentir-se cada vez mais atraída pelo castelo.  Com a peste varrendo todos pelo seu caminho, e tendo sobrevivido, ela parte para tentar a sorte onde sempre sonhou.

Com ajuda de uma tia distante e uma antiga amiga de sua falecida mãe, consegue um emprego como camareira na corte. Toda história é contada do ponto de vista dela.

Esta releitura de A Bela Adormecida é uma história cheia de elementos que mesclam, escândalos, dramas, felicidades, mentiras, trapaças, orgulhos feridos, fofocas, infertilidades, lealdade, amizade, desejos, luxo e luxúria, empatias e fervor religioso. 

Quando a rainha  não consegue engravidar, após várias tentativas, recorre aos supostos poderes profanos da tia do rei, Millicent. No dia em que Rosa nasce, uma menina linda e saudável, o rei, sem saber da verdade sobre o pacto entre rainha e tia, expulsa de suas terras a tia arrogante, que então jura se vingar. Esse ódio se torna a maldição de todos que vivem no castelo. 

Elise abre mão, muitas vezes da própria felicidade, de sua vida livre para servir de confidente leal da Rainha e de sua filha Rosa.

Adorei, li super rápido. 

Só encontrei uma vez o nome ROSA como ROSE.
E quase no finalzinho tem um tipo de "lição", sobre como o amor vence no final, que ficou um pouquinho piegas. Mas só por um parágrafo. O resto é ótimo. 
Recomendo para teens e young adults (e old adults também). Hehehe.

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