Dicas para ententer crianças presas em casa
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Hoje a Márcia vem dar uma super dica. O Sylvinho adorou o livro!

Sabia que livro físico também pode vir acompanhado por recursos eletrônicos? Você quer dica de livro para incentivar à leitura das crianças, aqui está. 

“O calo que não era no pé” texto e ilustração ideal possibilitando identificação entre eles. 

Narra o caso real que aconteceu com a menina Beatriz. Após descobrir um calo nas cordas vocais que a tirou do coral da escola, Beatriz Rohr decidiu contar a história de sua relação com

"Tom", apelido que deu para o calinho.

Neste livro a Editora Inverso apresenta muito mais surpresas para o pequeno leitor. Quer saber o que é? Basta você instalar no seu celular o

aplicativo gratuito QR Code, e curtir a leitura do livro possibilitando também assistir vídeos, curtir música e conhecer bem de pertinho a própria escritora. 

Sucesso total. Vale a pena conferir!!!

Você já parou pra pensar que pode ajudar a publicar um livro?

O Kids Indoors sempre está de olho no que está sendo produzido nos diversos sites de financiamento coletivo ou crowdfunding que existem.

Já apoiamos vários projetos, só este ano foram 6 livros.
Vamos falar hoje de mais um, que achamos super legal e que já está na sua reta final:

 
A obra "A menina que abraça o vento – A história de uma refugiada congolesa" é um olhar emocionante sobre as crianças refugiadas, com autoria de Fernanda Paraguassu e ilustrações de Suryara Bernardi. A campanha está no ar no canal Infanciar da plataforma de crowdfunding Juntos.com.vc. As contribuições podem ser feitas em qualquer valor, com a opção de adquirir o e-book, o livro impresso e outras recompensas. Há também uma opção, voltada para escolas e professores, que inclui um caderno de atividades para trabalhar o livro com as crianças. A Vooinho, selo infantil da Editora Voo, é que está fazendo esta campanha de financiamento coletivo para publicação do livro.


E eles têm um projeto super legal que se chama UM POR UM - Na Vooinho, assim como na Voo, todos os livros trazem junto um projeto de contrapartida solidária. Cada livro A Menina Que Abraça O Vento vendido terá 5% da receita revertida ao PARES Cáritas-RJ.

Com 40 anos de atuação, a Cáritas do Rio de Janeiro tem um trabalho pioneiro de assistência a refugiados no Brasil. O Programa de Atendimento a Refugiados e Solicitantes de Refúgio (PARES) é apoiado pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e promove o acolhimento, a proteção legal e a integração local daqueles que chegam ao Rio de Janeiro.

O prazo final da campanha é 22 de novembro e o site para participar é: www.infanciar.juntos.com.vc/amenina

Sobre o livro:
A Menina Que Abraça O Vento é um livro infantil com uma narrativa doce e leve sobre a história de Mersene, uma garotinha que fugiu do triste conflito da República Democrática do Congo. Enquanto se adapta à nova vida no Brasil, Mersene, que teve que se separar de parte da família, cria uma brincadeira para driblar a saudade.

A história de Mersene foi inspirada em histórias reais de diversas meninas congolesas refugiadas na cidade do Rio de Janeiro. Foi na convivência com famílias refugiadas que a autora Fernanda Paraguassu observou a tocante capacidade dessas crianças em superar a dor e a saudade.

Sobre a autora:

Fernanda Paraguassu é jornalista e autora do livro Buenos Aires com crianças – aventurinhas na terra do dulce de leche. Inspirada nos próprios dilemas de mãe, escreveu a coluna Manhê! no site do GNT. A jornalista, que começou a carreira cobrindo economia em Brasília, é desafiada agora a trazer um texto leve para estimular o debate sobre como lidar com adversidades na infância. Fernanda, que morou com os filhos na Argentina e em Jerusalém, acredita que as crianças podem nos ensinar muito mais do que imaginamos.

Sobre a ilustradora

Suryara Bernardi é uma ilustradora mineira com muito talento. Sua arte já estampou diversos livros infantis, revistas, materiais didáticos, dentre outros. O colorido e a leveza de seus traços foram determinantes na sua escolha para compor este projeto. Com certeza, Suryara saberá dar vida à personalidade da nossa Mersene.

Super bacana! Nós já estamos apoiando. Queremso ver muitos livros lindos e emocionantes produzidos!
Mas pra realizar a publicação, as gurias precisam de mais apoiadores.
Ajude! Participe! Seja parte deste sonho também!


Já falei pra vocês que amo as ilustrações da Margarida Botelho, né?! São tão vivas! 
 
Nós temos (agora) os três livros dela publicados pelas @paulinasbrasil. EVA estava na minha #wishlist há tempos... É o primeiro livro da série POKKA POKANI, da coleção Além-Mar. 

 
O livro aborda as diferenças sociais em diferentes partes do mundo. 

Num lado o livro começa com uma menina EVA que mora em um centro urbano com todas as facilidades: água encanada, escola moderna, 

computadores e outros eletrônicos, uma casa cheias de eletrodomésticos e uma família com renda e poder aquisitivo. 

Ao virarmos o livro, conhecemos outra EVA que mora numa aldeia, do outro lado do mundo. A água é escassa, 

a escola é pobre (não há carteiras, nem cadeiras, nem computadores ou laboratórios), a casa não tem quase nada, não há brinquedos comprados, só os feitos com sucata, não há supermercados, comem frutas do pé. 

No meio do livro as duas EVAs se encontram e há um jogo (de verdade) que o leitor brinca, ao abrir as páginas (abas) do meio do livro. Eu amo essa coleção. 

Ótima para trabalhar com crianças e mostrar que temos sorte de nascer num lar confortável e de ter tudo que a gente tem. Mostra realidades completamente diferentes das nossas ou com algumas coisas em comum.  E basta caminhar um pouco dentro da nossa própria cidade para encontramos vários tipos de EVAs, nem precisa ir muito longe (só do outro lado do planeta) a realidade do nosso lado pode ser completamente diferente da nossa. Extremamente necessário nas escolas de hoje em dia.

Dá pra viajar no livro. Muuito rico. O texto é simples, mas é pra fazer a criança preencher as lacunas da vida. Fica a dica! 

Suuuuper recomendamos!
Eu amei esse livro quando chegou aqui em casa.
Sabe que eu, Gi, e a Cathe, damos palestras e cursos sobre como o livro infantil é feito.

 ONDE COMEÇA A HISTÓRIA? De Marie-Louise Gay. Da nossa parceira Brinque-Book.

Este livro, que tem o título original "ANY QUESTIONS?" (Alguma pergunta?) visa ajudar pais, mães, bibliotecários e professores a explicarem para as kids, como os autores (de um modo geral) começam suas histórias, seus livros, textos e ilustrações. 
Como as crianças são muiiiito curiosas, elas têm sempre muitas perguntas sobre tudo. E assim começa o livro. Com crianças perguntando as mais variadas perguntas para a autora.

 A Marie-Louise está lá dentro do livro, falando sobre o processo dela.

 Bem criativo e didático, com muita imaginação, ela começa explicando que tudo começa com um papel em branco e uma ideia. A página em branco tem infinitas possibilidades, basta olhar e esperar.

Não tem um roteiro padrão, as coisas podem tomar diversos rumos e até ganhar vida própria!

Outras vezes a ideia é legal, mas não pro projeto que começou.

E claro que as vezes o autor pode ter um bloqueio, dar um branco. E de repente tudo pode começar a surgir outra vez.

E convida também as kids a inventarem suas próprias histórias.

Bem no final tem uma entrevista com a autora, respondendo perguntas que ela geralmente escuta das crianças, nas escolas que vai como convidada.

As ilustrações são liiindas, mágicas. O texto é uma gracinha. super indicamos. Olha, pra nós até o cheiro deste livro em particular, novo, é diferente. Um cheiro doce de curiosidade, se é que isso é possível! Amamos!

Amanhã é o dia oficial de se começar uma dieta... Ou pelo menos uma mudança de comportamento. 

VOCÊ É O QUE VOCÊ COME? - UM GUIA SOBRE TUDO O QUE ESTÁ NO SEU PRATO! da editora Moderna.
 Mais um livro suuuper legal que recebemos da Editora Moderna o ano passado. E a Ceci considerou-o um dos Top 10 livros do ano passado. 


E aí? Você acha que você é o que você come?
Já falei pra vocês que meus filhos adoram livros informativos, né? Esse é mais um suuuper legal.

 Começa mostrando uma linha do tempo sobre alimentos, descobertas, tecnologia usada e inventada para conservar e produzir. Depois passa para uma RECEITA DE HUMANO! Do que ele é feito, o que é uma 

célula e o que ela precisa pra ficar saudável.
O que é sentir fome? Por que sentimos fome? 

 Como o organismo recebe e processa o alimento ingerido.

 O que são e como funciona nosso corpo após consumir diversos tipos de alimentos.

 Gordura é ruim... Mas afinal, o que é uma gordura?

 Como devia ser nosso prato nas refeições, que tipos de alimentos são mais importante para o funcionamento correto do corpo humano? 


Ele explica, bem explicadinho, cheio de fotos, desenhos, gráficos e infográficos como ser mais saudável e o porquê?

O livro é riquíssimo. Meus dois filhos leram, mas é mais fácil ler do que mudar velhos hábitos. Já falei mil vezes nesse 8 anos de blog que minhas kids são TRIIIII chatas pra comerem. Mesmo lendo o livro e entendendo que estão erradas em muitos pontos, não ficaram muito entusiasmados em provar coisas novas (como frutas e verduras), mas pararam de pedir refrigerante e salgadinhos (o que pra mim já foi uma vitória!\o/ Um pequeno passo para a humanidade, mas um grande avanço pra nossa casa!).

É um livro paradidático, mas tenho certeza que você pode ler com suas kids e casa, sem a necessidade da escola pedir. 
Fica a dica! Boa leitura! Bom apetite (como diria e aprovaria minha amiga Márcia!)!

Pra comprar: https://amzn.to/2Zj5lVK
Hoje vamos apresentar um release de um estudo do Gloob que achamos super relevante para pais e professores. Você conhece essa nova criança?

"Gloob apresenta pesquisa que traça perfil da Geração Alpha

Estudo ‘Geração Alpha - Um mindset em construção’ delineia as principais características desta geração e o que ela traz de novo para a sociedade.

Dividir as diferentes gerações em X, Y e Z já não é novidade, mas o que vem depois da Z, a geração dos nativos digitais, até então, mais recente? O Canal Gloob, em parceria com a empresa de pesquisa Play Conteúdo Inteligente, desenvolveu uma pesquisa que apresenta ao mercado e ao público a Geração Alpha, crianças nascidas a partir de 2010 e que são frutos da Z. O estudo nomeado “Geração Alpha – Um mindset em construção” traz as percepções destas crianças sobre o brincar, além das referências, dos contextos e das mudanças para a vida em sociedade.

O estudo contou com três fases – Desk research (com o levantamento de dados secundários), Quantitativa e Home invasion, com entrevistas de campo individuais. Ao todo, participaram dessa amostragem cerca de 510 pais e crianças entre 6 a 9 anos, de classes A, B e C com acesso à TV Paga.

“Investimos continuamente em pesquisas para entender o nosso target e nos tornarmos cada vez mais especialistas no comportamento infantil. A relevância desse estudo reside, principalmente, em conhecer essa geração ainda em formação para que possamos oferecer conteúdos e experiências que dialoguem com ela”, explica Luciane Neno, gerente de marketing do Gloob.

Tendo a geração Z como espelho, a pesquisa mostra que muitas das características da Alpha potencializam aquelas já encontradas na geração passada. O comportamento Geek é uma delas. As crianças da geração Z, e mais fortemente da Alpha, focam, cada vez mais cedo, em games, histórias em quadrinhos e youtubers/influenciadores e se afeiçoam a um personagem, que não precisa ser necessariamente de um produto de entretenimento. Outras características apontadas pelo Dossiê Gloob que definem a geração Alpha são:

à A maioria destas crianças são filhos únicos;

à Terão acesso a novos modelos de educação. Mais personalizado e direcionado ao perfil de cada um;

à Privacidade é algo que estas crianças não conhecem. Tudo é exposto no mundo virtual;

à São exibicionistas. Na ausência de privacidade, o exibicionismo é um fato;

à Criadores de conteúdo. Criarão cada vez mais conteúdos, a partir de suas próprias experiências;

à Buscam experiências imersivas e interativas. O mundo virtual traz, cada vez mais, estas duas possibilidades.

Com estas novas características e com o contexto social e familiar que esta geração encontra, o estudo ainda aponta sete mudanças comportamentais presentes nestas crianças:

*à O empoderamento das meninas;

*à A versatilidade dos meninos;

*à A flexibilidade de gênero;

*à O reconhecimento dos pais e das mães como os ídolos das crianças e não mais os famosos;

*à A maior conexão da figura paterna com os filhos;

*à A mudança na forma de identificação com o personagem (com a atitude do mesmo prevalecendo sobre a beleza estética)

*à A necessidade de integração dos meios (as crianças acessam, cada vez mais cedo, cerca de 14 meios para conhecerem um produto).

Segundo o Dossiê Gloob, são estas sete principais mudanças que podem guiar o futuro nas relações interpessoais e familiares, nas brincadeiras e na forma como o mercado se relaciona com esta nova geração.

Na visão de mercado, por exemplo, estas mudanças possibilitam a oferta de produtos com aventura e ação para as meninas e, para as crianças no geral, brinquedos e brincadeiras sem distinção de gênero, e sim com foco na ação e no storytelling. O foco dos brinquedos, aponta a pesquisa, agora precisa ser na experiência, no conteúdo e não mais na estética. E para falar com o público infantil desta geração, uma marca precisa se fazer presente em diversos meios.

Veja abaixo o resumo da pesquisa no infográfico":


Clica na imagem para ampliá-la. 
Achamos super importante essa pesquisa e você? Concorda com o que leu? Discorda?
Que tal criar um capacete de astronauta para seu filho?
Estou aqui hoje para registrar esta criação, a pedido do meu filho, ele e seus amigos deveriam embarcar direto para LUA na festa de aniversário dele, na escola.
Resolvi utilizar KAMI (TNT) para fazer um capacete e utilizei viés grosso (dobrando-o)  para o acabamento. Usei também folhas de EVA com glitter para cortar formatos de estrela e foguete.

Cortei o retângulo com laterais arredondadas, para posicionar o espaço do rosto.

 

Costurei tudo com a máquina e depois, colei as estrelas, foguetes, e bandeiras do Brasil, com cola quente. Assim como fechei a parte superior do capacete, também com cola quente.

A festa não poderia ter sido melhor, as crianças curtiram muito. E a mamãe aqui super hiper feliz, constatando todas as crianças embarcando, dando asas a imaginação.
 

Estou apaixonada por este livro.


A VIAGEM de Francesca Sanna, publicado no Brasil pela V&R Editoras.

Tanto pelo texto, quanto pelas ilustrações e pelo fim aberto #spoiler.

Não tem como uma mãe não ficar emocionada e sentir empatia por essa mãe que, de uma hora pra outra, tem sua vida devastada e virada do avesso.

O texto é narrado em primeira pessoa por uma das crianças. 

 Vem a guerra, ela perde o companheiro e agora sozinha, 

precisa fugir e proteger os dois filhos. Arruma as malas e foge com os dois, sem rumo certo.

Pouco a pouco vai perdendo pedaço das coisas. De dia é corajosa e segura as pontas. Quando as crianças dormem, 

ela pode desmoronar um pouco, como a maioria das mães o fazem. Sensível e verdadeiro. A autora entrevistou e pesquisou casos reais de pessoas migrantes e em fuga para fazer o livro.
 
O que uma pessoa, uma mãe é capaz pra salvar sua família? 

Refugiados: largaram tudo e partem pra sabe-se-lá-pra-onde, pra sobreviver, a mercê de outros humanos não tão humanos assim. Pais e mães, tios e padrinhos, crianças que não tem escolha, se não, tentar sobreviver e andar... até, quem sabe, encontrar um lugar melhor no mundo, um lugar seguro. Um lugar onde eles possam viver em paz. 

O livro pode ser só lido pelas imagens, embora tenha texto. As ilustrações complementam-no. São ricas e profundas. Nelas a imaginação e preocupações estão tão presentes, quanto a realidade. A criança vai perceber os temores da mãe, as dúvidas e imaginação das crianças durante esta viagem. Uma história para todas as idades. Uma história real como tantas outras.

Lindo e super atual. Necessário em qualquer biblioteca. Amei. Tudo. Super recomendo!
Educar crianças: as bases de uma educação socioemocional - um guia para pais, educadores e terapeutas, do escritor Renato M. Caminha, pela Sinopsys Editora.
A obra é destinada aos pais, educadores e terapeutas, mas é muito mais do que isso, é muito boa, é enriquecedora para a criação e também para educação de crianças. O autor expõe seus conhecimentos e experiência clínica, numa linguagem leve, informal e com admirável senso de humor.

O livro mostra que não há apenas um caminho para a construção de famílias saudáveis e que cada ser humano possui uma individualidade. Ou seja, não há manual de instruções, não há receita de bolo para educar filhos. E afirma que existe necessidade de preparação para a chegada do bebê. Que o dinheiro pode facilitar a vida, mas não torna ninguém um bom pai ou mãe. Aconselha que se imagine tudo sobre o bebê, mesmo quando ele ainda está na barriga. Que o exercício mental favorece a capacidade de adaptação às novidades e resolução de problemas: imaginação e criatividade estão interligadas. E diz: "prepare seu coração e sua paciência".
Particularmente, pela primeira vez encontrei a ideia que tanto eu apoio e defendo, apresentada da maneira mais clara e real. Quando ele destaca a importância das redes de apoio à criação dos filhos. Isso mesmo, entenda como rede de apoio não só a família, os pais, mas, os padrinhos, vizinhos, amigos próximos. E, que os avós são peças essenciais, tanto no sentido físico de suas presenças quanto às suas disponibilidades afetivas. Manter uma parentalidade saudável, mesmo que a conjugalidade naufrágio. Assim, "na frente das crianças morram abraçados, se unam, depois, discutam suas diferenças".

Aconselha que se evite gritar nas brigas. Gritos ativam a luz vermelha de perigo no cérebro. Evitar mesmo gritar com seus filhos. O cérebro humano possui uma programação que se refere à incapacidade de pensar direito em meio à gritaria, ativando reações típicas como: taquicardia, sudorese, visão turva, entre outras.

Chama atenção que crianças que costumam jogar e manipular os pais em casa tem mais dificuldade de internalizar regras sociais no futuro. Então, "limite seu filho! Caso contrário, a sociedade o fará, e de maneira mais dura possível". Vale lembrar e reforçar: "há que endurecer-se, mas sem jamais perder a ternura". E ainda diz, que a vida íntima do casal deve ser mantida na privacidade. O sexo entre os pais visualizado, percebido ou ouvido pela criança pode desperta-la a extremos, indo desde a hipersexualidade até a aversão futura por interações afetivas de ordem sexual.

O autor coloca que a melhor maneira de comunicar algo é olho no olho. Que é hora de imitamos nossas sociedades indígenas, que quando há necessidade de se comunicar algo a uma criança, o adulto se posiciona a uma altura na qual seus olhos fiquem alinhados com os olhos dela: comunicação curta direta, apropriada ao entendimento da criança. E ressalta a importância do cultivo da espiritualidade, que nada tem a ver com religiosidade.

Enfim, trata da grande importância das emoções como essência do funcionamento humano. Que o mundo parece estar acordando definitivamente para a ideia de que precisamos educar nossas crianças não apenas cognitivamente, mas também sócio emocionalmente. Outros muitos capítulos merecem toda nossa apreciação, como o tema: "dormir com os filhos", e também, "papai e mamãe também erram e pedem desculpas", "hora de falar das coisas delicadas", "comer, dormir e rezar", e, "emoções: a essência do funcionamento humano".

O autor realmente consegue o que tanto espera, quando diz: "espero que este livro seja como uma onda, sacudindo, em alguma medida, suas ideias sobre como lidar com as relações, sejam elas entre pais e filhos, entre os membros do casal ou entre terapeutas e paciente, ou mesmo sobre como manejar sua própria vida pessoal". Para nós pais e educadores, este livro é um presente necessário.
Parabéns Editora Sinopsys, e mais ainda, parabéns Prof. Renato M. Caminha.
 Ana Lara toda vida é fanática por moda. Ela é geralmente muito vaidosa. E quando faço massinha caseira (irei passar aqui a receita que sempre faço) ela tira as roupinhas das Barbies e vai moldando vários tipos de roupas... Fica fazendo roupas até cansar... Ela faz em bonecas Barbie, naquelas bonequinhas de Polly,  dentre outras. Quem comanda é a criatividade do momento.

O Bom dessas massinhas de modelar caseira é que não corre risco de alergia, intoxicação e nada mais... Além de tudo isso é tão fácil de fazer e dá tanta massinha com pouca coisa na despensa. E o melhor de tudo é que se bem conservada e guardada, ela dura 1 mês.

Então vamos fazer pra brincar também? Vou passar a receita simples que eu adaptei só pra mim.

O que vamos precisar?

1 copo de farinha de trigo
1 copo de sal
3 colheres sopa de óleo
1/2 (meio) copo de água
Corante alimentício da cor desejada pra massinha

Pronto tenho tudo e agora?

Agora dissolva 1 colher de chá de corante alimentício na água e reserve.
Misture a farinha com o sal e jogue a agua e acrescente o óleo.
Amasse até formar uma massa.

Minha massa esta muito seca e agora?

Caso a massa continue seca vá acrescentando um pouquinho de agua e amassando até que ela fique com a consistência desejada.

E agora como eu guardo a massa após a brincadeira?

Guarde num saquinho plástico ou num vasilhame com tampa na geladeira.


A diversão é garantida!