Dicas para ententer crianças presas em casa

 Oiiii. 


Faz tempo que não postamos por aqui... Faz tempo que a gente não lança um vídeo no canal!



Eu amo o trabalho da Lygia Clark e sei que ela tinha o desejo que todos pudesse ter um BICHO em casa. Ela trabalhava pra desmistificar a arte e o artista, assim, após ler o livro


LYGIA CLARK - Linhas Vivas, de Renata Sant´Anna e Valquíria Prates, das Paulinas. Eu resolvi procurar um jeito de tornar e fazer um Bicho da Lygia de maneira artesanal, caseira e mais acessível.

Para comprar o livro: https://amzn.to/3v4boxw 

Em seguida produzi um dos BICHOS dela, utilizando materiais que você encontra em casa.

E tem mais...

Um Bônus: criamos outros BICHOS (inventados), com outros materiais reciclados.  

Para ver o vídeo e aprender a fazer os Bichos: https://youtu.be/BhnyfDEn7IE

VEJA E ME CONTA O QUE ACHOU!

Até o próximo vídeo!

 

Já estão sabendo do novo movimento literário?



Todos os IGs de literatura estão transformando seus livros e histórias mais queridas em livros pró vacina!

É uma brincadeira séria!

Basta substituir ou acrescentar as palavras VACINA, VACINADOS, VACINAÇÃO, derivados e afins.

Chame as kids e não deixe de nos marcar (@kidsindoors) nas tuas fotos!  Vamos ajudar compartilhando-as nas nossas redes sociais também! 


Fiquem em casa, se possível e se cuidem!


Estamos vivendo em casa, presos, há mais de um ano. Que saudade de andar pela cidade, né?

Quero mostrar o livro da Renata Bueno, MONSTROS URBANOS, publicado pela WMF Martins Fontes!
As kids amam!

Um dia ela saiu caminhando pela cidade e viu tantos monstros! Com sua câmera clicou a cidade e em casa completou a brincadeira e agora temos um livro brincante!

Quantas vezes não olhamos para uma mancha e vemos um rosto ali, ou outra forma mais conhecida?

Bem, foi isso que ela fez, viu monstros onde outros veriam manchas, ou descascados ou rachaduras.

Que tal, da tua janela mesmo, tirar umas fotos dos prédios, das sombras e transformá-las em monstros também? Acredito que as kids vão gostar de olhar para as coisas de outras formas!



Você já conhece o movimento #bookfacefriday ?


Pessoas de tooodo mundo, na sexta-feira, usam a imagem da capa ou qualquer ilustração do livro pra tirar uma foto completando a imagem com seu próprio corpo. Geralmente são usadas capas com rostos. Mas nada impede do teu rosto aparecer e você completar a imagem de um corpo ou parte deles. É muito divertido. 


Hoje temos MAIS UM LIVRO SOBRE URSOS! de Laura e Philp Bunting, traduzido por Gilda de Aquino, publicado pela @brinquebook!⠀

Já pensou na quantidade de livros que têm o urso como protagonista? 

 
No livro uma nova história sobre ursos começa, mas é interrompida por um urso que não aguenta mais livros de ursos!


Ele quebra a quarta parede e fala diretamente com o leitor. E aproveita pra reclamar muiiiito.


 Ele começa uma greve com outros ursos! hehehe. Eles cansaram de trabalhar nos livros!⠀


Mas como o leitor dialoga com eles, os ursos resolvem fazer um trato.... Será que o leitor vai aceitar?



 ⠀ ⠀ ⠀  Será que a gente não vai poder NUNCA MAIS ter livros com esta personagem?⠀


As ilustrações são muito bonitinhas e engraçadas, umas parecem tiradas de enciclopédias de livros informativos para kids. 

E vale ficar de olho nos salmão! hehehe


Pra comprar: https://amzn.to/3heyX34

Vocês estão sabendo do nosso projeto #kbwtki, né?

Se não sabe ainda, podes ver AQUI.

#kbwtki: Paquistão!⠀
 Shahrukh Husain é a autora que escolhi hoje!⠀

 Ela nasceu em 28 de abril (ontem!) Em 1950. Shahrukh é uma autora paquistanesa especializada em ficção, não ficção e é roteirista, além de psicoterapeuta, folclorista e contadora de histórias. 


Seu livro FÁBULAS DO MUNDO ISLÂMICO foi traduzido em 2017 e publicado pela @editorawmfmartinsfontes.⠀ ⠀ 

São 22 fábulas curtas sobre os mais variados temas como por exemplo: mentiras, meninices, universo, espertezas, alimentos, dádivas divinas, entre outros.⠀ ⠀ 

No final tem um glossário de pronuncias.⠀ ⠀ 

As ilustrações de Micha Archer são super coloridas e frutas de uma pesquisa sobre arquitetura, tapeçarias, ladrilhos, livros de viagem, animais, desenhos de mesquitas, entre outros elementos da cultura islâmica. ⠀ ⠀

 Muito bom!⠀ 



 In English: #kbwtki: Pakistan!⠀ 

Shahrukh Husain is the author I chose today!⠀ 


She was born April, 28 (yesterday!), in 1950. Shahrukh is a Pakistani author who specializes in fiction, non-fiction, and screenwriting. She is also a psychotherapist, folklorist, and storyteller. Her book THE WISE FOOL- FABLES FROM THE ISLAMIC WORLD was translated to Portuguese in 2017, and published by @editorawmfmartinsfontes. ⠀ ⠀ 


There are 22 short fables on the most varied themes, such as: lies, childhood, universe, smarts, food, divine gifts, among others.⠀ ⠀


At the end there is a glossary of pronunciations.⠀ ⠀


 Micha Archer's illustrations are super colorful and the fruit of research on architecture, tapestries, tiles, travel books, animals, mosque designs, among other elements of Islamic culture.⠀ ⠀ 


Very good.

Pra comprar em promoção: https://amzn.to/3enfV96
Deixa eu contar pra vocês de uma nova paixão minha: a COLEÇÃO ARTE À PRIMEIRA VISTA! 


Os livros, não temos todos ainda, foram elaborados pela Renata Sant' Anna e Valquíria Prates, publicados pela Paulinas. Cada livro fala de um artista importante pro Brasil, para arte brasileira, moderna e contemporânea. 

A linguagem é simples e mostra uma determinada parte da produção, um recorte de uma fase ou processo de cada artista. 


* O OLHO E O LUGAR, da Regina Silveira apresenta as sombras, suas projeções nos diversos ambientes e a escala/relação do homem com sua obra. 



A jaqueta sai e vira um elemento de projeção de sombras no ambiente, basta ter uma lanterna ou a luz do sol, mesmo. Na orelha temos um homem, que devemos cortar e montar para interagir com as obras presentes no livro.
O livro em si, dobra pra lá e pra cá e vira um cenário, uma sala de uma galeria onde temos a obra como ela é de verdade.  



 ATRAVESSURA, de Mira Schendel mostra a relação das letras, poesias visuais e os diferentes tipos papéis, usados para explorar essa relação. 



Mira uma é uma artista plástica que nasceu na Suíça, viveu na Itália e se mudou para o Brasil durante a  Segunda Guerra Mundial e fez parte do movimento do Neoconcretismo. Aqui ela convida os leitores a desvendar os mistérios e possibilidade dos signos, linhas, pinturas e formas. 




 A OBRA QUE NÃO QUEREMOS VER, de Frans Krajberg mostra e denuncia as queimadas e a vida que renasce das suas esculturas. 

Não tem como não se emocionar diante da luta e da obra.

Frans Krajcberg foi um pintor, escultor, gravador, fotógrafo e artista plástico nascido na Polônia e naturalizado brasileiro que lutou muito contra o desmatamento das florestas daqui. 



 E a Lygia Clark fala da sua fase até os Bichos, e este livro vai ganhar vídeo! Aguardem! Não vou falar dele hoje! 

 E o mais legal é que cada livro vem com um caderno de atelier para potencializar a vivência e as ideias que estes artistas exploraram nas suas obras. Ou seja: Mãe, Pai, pode comprar pra brincar de artista, em casa, com seu filho! E claro, professores de arte é um investimento maravilhoso e acessível para as aulas de arte. Meu favorito, tirando o da Lygia que tem um molde pra fazer um bicho de papel é o da Regina Silveira, onde tiramos a jaqueta e brincamos de fazer sombras dos bichos gigantes! 😍😍😍 

 Quero aglomerar pra mostrar pros meus alunos o quão incríveis estes livros são! E vc, já conhecia estes artistas e estes livros?


De vez em quando, colocamos aqui alguns livros que nós adultas lemos. 

Desta vez o Thiago, Filho da Cathe, leu Capital e Ideologia, publicado pela Intrínseca.

Thomas Piketty é um dos expoentes intelectuais da atualidade, reconhecido pela capacidade de produção de ideias embasadas em dados empíricos em suas teses, unindo a teoria à prática é o autor do livro Capital e Ideologia. 


Por mais que haja um emprego rigoroso de metodologias estatísticas que embasam seus argumentos, neste livro, utilizando séries históricas com dados de 300 anos para dar suporte para suas teses, Piketty constrói uma narrativa simples e bem articulada, tornando esse conhecimento teórico e estatístico em conhecimento palpável para o leitor atento. 


Ler Piketty é em parte, como se estivesse lendo também um manual, pois ao empregar os conceitos, o autor tem o cuidado de apontar a sua interpretação exata acerca do que entende daquele termo. Por exemplo, o complexo conceito de “Ideologia”. O que é Ideologia? Nas palavras de Piketty, “uma ideologia é uma tentativa mais ou menos coerente de trazer respostas a um conjunto de questões extremamente amplas envolvendo a organização desejável ou ideal da sociedade”. Desta forma, o autor fornece um vasto aprendizado ao leitor não familiarizado. 

O tema do livro Capital e Ideologia versa sobre as mais diversas desigualdades existentes nas sociedades modernas e contemporâneas. As obras de Piketty ultrapassam o ambiente acadêmico, passando a pautar inclusive os debates públicos relacionados às medidas econômicas tomadas referentes à principal problemática das sociedades capitalistas contemporâneas: a desigualdade.

Este livro é destinado principalmente àquelas pessoas que se interessam por debates acerca dos principais problemas contemporâneos. Professores de História, Sociologia, Filosofia, Geografia e aos principalmente aos leitores atentos e curiosos que querem iniciar um estudo em relação à economia e desigualdade social. 

O livro é dividido em quatro grandes partes, primeiramente realiza esclarecimentos em relação aos conceitos de renda, ideologia e capital; a segunda parte opera na construção das relações entre riqueza, renda e crescimento econômico em diversos países; já na terceira, é abordado o argumento teórico próprio referente à organização estrutural das desigualdades sociais nos “capitalismos” contemporâneos e por fim, aponta correções e medidas possíveis para se solucionar a problemática da desigualdade, com intuito de reconstruir um novo Estado Social que vise a distribuição de riqueza bem como a tributação justa desta riqueza. 


Capital e Ideologia é um livro complexo, denso e extremamente bem escrito. É uma obra auto-explicativa, mas que merece atenta leitura por parte daquele que o consome. É uma intensa viagem na história, com argumentos embasados em dados acerca de renda, riqueza, tributação ao longo de muitos anos em diversos países. É um livro para se ler com calma, absorvendo com cuidado, a quantidade de um complexo conhecimento escrito de forma acessível.

Quem ama os livros do Eric Carle, levanta a mão! ✋

É um livro sem palavras, mas que possui números e uma aba!

Foi o primeiro livro que ele fez onde ele é o ilustrador e o escritor. Depois veio Uma largaram comilona.

É um livro de contar.

Uma locomotiva começa sua viagem.
Cada vez que passamos a página, vemos um novo vagão com diferentes animais. Mas olhe bem de perto! Será que todos são diferentes?

Embaixo tem ainda uma nota de rodapé diferente!

Você consegue pensar um pouco mais sobre a narrativa baseado no título e nas poucas imagens que mostrei? Como vc contaria esta história?

Eric Carle foi um escritor bem sensível, olha que ele escreve sobre o fazer literário dele:

“Com muitos dos meus livros, tento preencher a lacuna entre a casa e a escola. Para mim, o lar representa, ou deveria representar; calor, segurança, brinquedos, mãos dadas, sendo seguradas. A escola é um lugar estranho e novo para uma criança. Será um lugar feliz? Existem novas pessoas, um professor, colegas – eles serão amigáveis? Acredito que a passagem de casa para a escola seja o segundo maior trauma da infância; o primeiro é, claro, nascer. Na verdade, em ambos os casos, deixamos um lugar de calor e proteção para aquele que é desconhecido. O desconhecido muitas vezes traz medo com ele. Em meus livros, tento neutralizar esse medo, substituí-lo por uma mensagem positiva. Acredito que as crianças são naturalmente criativas e ansiosas por aprender. Quero mostrar a eles que aprender é fascinante e divertido.”

Que lindo, né? Livro como abrigo seguro, como afeto e como esperança.

Para comprar: https://amzn.to/3l2fq65


Hoje recebemos o livro Uma aranha muito ocupada, de Eric Carle, da Callis editora.

O livro cartonado conta a história de uma aranha muito ocupada que enquanto o dia passa ela fica descendo a sua teia: um fio sedoso e dourado em alto relevo. De repente aparece uma mosquinha para chatear os animais que querem brincar com a aranha.

O texto contém repetições que as kids adoram, e nas Ilustrações têm desenho, pintura, relevo, cor textura, um verdadeiro mosaico de cores e formas.




E… É muito interessante porque fomos pegar um outro livro do Carle, pra dialogar com o recém chegado. Junto com o Uma lagarta muito comilona, observamos que os dois são do mesmo tamanho e daí nós começamos a brincar com as imagens: já reparou como o autor pode se apropriar de uma fórmula para fazer um livro?
Veja as cores se repetem, como um remete ao outro; como as composições, embora diferentes têm elementos semelhantes na narrativa visual. São círculos, triângulos, retângulos, os marrons, verdes, os vermelhos… 


A aranha remete a lagarta, assim como a terra remete ao casulo, como o galo o lembra a lagarta na fase final e como as noites, tem similaridades também. Um não diminui o outro. Juntos, eles se somam, brincam e divertem! É interessante brincar com os livros, olhar e explorar a possibilidade do diálogo, da conversa, como na vida, como entre duas pessoas diferentes. Explorar as narrativas, explorar o artista e brincar com os outros livros juntos.

Sim, é uma trilogia!



E esperamos muito que a Callis traga mais esse livro, pra brincar com os outros dois. Os 3 possuem o mesmo tamanho.

E várias cenas têm elementos dos outros dois livros. Além da cor, composição, das formas, mas nessa narrativa os personagens têm falas e onomatopeias! Não vou dizer o diferencial físico do livro. No primeiro há furinhos, onde as crianças podem colocar os dedinhos. No segundo há relevo, onde as crianças podem passar os dedinhos e sentir a linha da teia da aranha e a própria personagem principal. O que vcs acham que tem de interativo nesse último volume?

Não vou mostrar. Hehehe. Quem ama os livro do Eric Carle? O The Very Lonely Firefly (O ou Um vagalume muito solitario) foi publicado pela @philomelbooks.

Pra comprar:

Uma aranha muito ocupada: https://amzn.to/3t5Q3mt

Uma lagarta muito comilona: https://amzn.to/3l0uAsw

The Very Lonely Firefly: https://amzn.to/2Odaa3E


*O ENIGMA DO INFINITO, de Jacques Fux e Raquel Matsushita, da Editora Positivo, nos leva para uma viagem sem volta, onde a literatura encontra e dança com a matemática.

Dizem que antigamente todos os homens falavam a mesma língua e construíram a torre de Babel pra alcançar e apreender os mistérios do céu.

E deu uma confusão danada e acabou que cada povo ficou com uma língua e dentro dela, vários dialetos… Ninguém mais nunca se entendeu!

Mas vamos pensar de uma forma diferente e até poética! Hoje, a nossa linguagem universal é a matemática! Eu nunca tinha pensado nisso!

Eu amo esses encontros!

São 11 histórias curtas e ilustradas que mostram como essa dupla se fortalece e se potencializa quando se juntam!


As ilustrações também trabalham questões da matemática, como repetição (por carimbos e estampas), grupos, união e diferença, unidade, dezenas, centenas, entre outros.

Para comprar: https://amzn.to/2OnAuI9

Fica a dica!